terça-feira, 28 de maio de 2013

Viver requer coragem...

Às vezes fico a pensar, em Guimarães Rosa, nas suas exortações acerca que "a vida quer de nós é coragem", que "viver é etcétera". Poxa, esse homem foi de uma sabedoria inigualável, talvez nem tão bem entendida em sua época.
Conversando com uma amiga, assim, de forma aleatória, chegamos à (de certa forma, óbvia) conclusão do quanto a vida é dura. Por mais linda, gostosa, engraçada que ela seja, a vida não é fácil. É uma dádiva, um presente pelo qual devemos sempre sermos gratos, mas que é uma rosa com muitos espinhos, isso é.
Eu e minha amiga refletimos, em um brevíssimo espaço de tempo, sobre as várias turbulências que já enfrentamos, sobre as pedras em nossos caminhos, os percalços, os leões que temos que matar a cada dia.  Porque, mesmo diante das inúmeras alegrias, há sempre um coração choroso (ainda que não seja o nosso,  mas o do próximo também nos faz chorar). Por mais que tentemos levar tudo com leveza, com calma, com fé, realmente, viver requer força, determinação coragem. Bom, não vou aprofundar muito no assunto. O que eu quero mesmo é deixar registrado aqui a "pauta" do diálogo com minha amiga, esse que nunca mais quero esquecer.
Ah, e para encerrar, não poderia deixar de citar novamente Guimarães Rosa, que também, cada vivência me faz refletir.

"...Olhar para trás após uma longa caminhada pode fazer perder a noção da distância que percorremos, mas se nos detivermos em nossa imagem, quando a iniciamos e ao término, certamente nos lembraremos o quanto nos custou chegar até o ponto final, e hoje temos a impressão de que tudo começou ontem. Não somos os mesmos, mas sabemos mais uns dos outros. E é por esse motivo que dizer adeus se torna complicado! Digamos então que nada se perderá. Pelo menos dentro da gente..."

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sorteio

 Essa é para quem quiser!

Promoção imperdível! Sortei de jogo de jantar com 20 peças. Acesse o link: http://www.cuponsmagicos.com/.

Boa sorte para todos nós!

Bjs,

Fê

domingo, 12 de maio de 2013

Mãe é mãe...





É... " está levando agasalho? Vai fazer frio!", "vai chover", "no meu tempo não existia isso", "há se fosse na minha época", "já escovou os dentes?", "acorda! Tá pensando que a vida é só dormir?", "vai chover", "quando eu morrer vão dar valor", "tá querendo apanhar é?" "vá brincar lá fora, vá tomar sol", "vai comer tudo", "eu te avisei", "você não é todo mundo", "deita aqui no meu canto", "te amo"...

Se você é mãe, certamente diz isso até sem perceber. Se é filho, tenho certeza que já ouviu várias vezes. Como diz o velho "mãe é tudo igual, só muda de endereço". 

Parabéns para essas pessoas tão importantes em nossas vidas! Que cuida, acolhe, repreende, exorta, e acima de tudo, nos ama! Pode ser clichê, mas dia das mães, são todos os dias!

Com muito carinho,

Fê



domingo, 5 de maio de 2013

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma...

Não são necessários muitos anos de vida para adquirir experiências. Em alguns casos, em pouco tempo, tem-se noção de algumas coisas que muitos passarão a vida sem saber. E uma coisa que aprendi nessa vida (e tenho me aperfeiçoado) e perceber quando alguém grita por socorro sem, de fato, usar essa palavra. E se tem uma situação que me desmonta me parte o coração, e quando percebo alguém prestes a partir, a se quebrar. E ouvir de um garoto de 23 anos que já não existem sonhos para sonhar, dá vontade de chorar. O garoto no caso é o cantor Gustavo Lima, que pela segunda vez, demonstra em público toda a sua fragilidade. Disse ainda que sente-se como se tivesse 50 anos. Qual jovem de 23 anos, não queria estar em seu lugar, ganhando rios de dinheiro, viajando, considerado astro? Em entrevista recente, era nítida a falta de brilho nos olhos do rapaz. Ele não está mais em seu ponto, em seus trilhos. Está infeliz e não esconde mais isso.
Fiquei pensando a pressão que esse moço deve estar passando, haja vista que é responsável pelo sustento de várias pessoas, além de ter que cumprir seus contratos profissionais. Ninguém aos 23 anos consegue se impor e manda tudo e todos às favas, precisa ser um espírito muito livre para fazer isso, e Gustavo parece no limite demais para poder reagir.
Quando a mente, o coração quebra, é como um osso, precisa de tempo e repouso para voltar ao normal, caso contrário, vai ficar doendo e até mesmo torto.
Espero de coração que Gustavo Lima tenha alguém perto dele que possa perceber que ele está pedindo socorro, precisa sair de cena para resolver isso. E que encontre apoio, pois se para os simples mortais o "sair de cena" não é fácil, imagina para uma celebridade.
Quem conhece (ou conheceu) algum abismo da alma, certamente entenderá o que estou dizendo.

A letra da música abaixo não é do referido cantor, mas parece expressar um pouco do que pode está passando:



Bjs,

Fê





quinta-feira, 4 de abril de 2013

A escrita não ressuscita, ela enterra... pelo menos por uns dias.

Venho que estou em mais uma "depressão pós-livro". Explico: finalizei a leitura de mais um livro e levo um tempo para praticar o desapego... kkkkk... parece patético, mas é verdade...eu sou o tipo de pessoa que mergulha de cabeça em quase tudo o que faz (digo, em tudo o que me interessa ou acho importante). E como leitura é uma das minhas maiores paixões, eu me envolvo profundamente com a história, as personagens, suas vidas, seus destinos. E o livro que terminei é sensível, tocante, dramático... chega a ser brutal. Não vou falar o nome (a não ser que alguém pergunte), pois eu normalmente não faço um post após a leitura de cada livro, então seria injusta com os outros livros...kkkkkkk, mas digo que esse me emocionou como há algum tempo não acontecia, e sei que, sendo assim, ficarei um tempo maior "envolvida" e "trabalhando" para me "desvencilhar" e, finalmente, partir para outra. (Mas no caso desse livro, isso não vai durar muito, pois a história será filmada, o que me leva a pensar que ainda chorarei demais... kkkkk).
Bom, escrevi isso aqui simplesmente para eu tentar colocar meus pensamentos em ordem após um convívio tão intenso com Hazel Grace e Augustus Waters, e dessa forma, consegui parar de pensar neles e em todo o universo que os cercam, e enfim conseguir dormir.
É muita loucura tudo isso? Pode ser. Mas como disse Van Houten: " a escrita não ressuscita, ela enterra". E ainda estou de acordo com ele.

Bjs,

Fê

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz...

Uma coisa é certa, é fato, é verdade: a gente só é plenamente feliz quando alcançamos a liberdade. E essa liberdade cada um sabe qual é. Cada um sabe das suas "amarras". Podem ser várias. E quando se livra delas, a vida fica colorida, alegre, leve.
Estou nessa. Me livrando de tudo o que me prende e me deixa triste. A vida é muito curta para não ser livre.
"Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz".

Bjs,

Fê

terça-feira, 19 de março de 2013

Caiu na rede é peixe...


                                                           

O negócio é o seguinte: caiu na rede, sua vida vai mudar. Pode ser para melhor ou pode ser para estragar, destruir. Estou falando do poder da internet, e mais uma vez, das influências das redes sociais. Uma frase, uma foto, um vídeo, seja lá o que for, uma vez disseminado na internet, perde-se totalmente o controle. Nesse meio de comunicação qualquer tipo de censura ou filtros, se tornam infinitamente mais difíceis de serem feitos. E às vezes, um deslize ou uma simples brincadeira tornam-se motivo para destruir sonhos, razões, quiçá, vidas.
Há muito já entendi isso. Mas a cada dia se torna mais perigoso. Um exemplo recente foi o "trote" infeliz feito por estudantes da UFMG, que indicava apologia à racismo, preconceito, xenofobia. Uma foto que registrou o momento foi lançada na rede, e pronto: deu-se início ao "inferno astral" dos envolvidos. Milhares de reações de repúdio pelas redes sociais, acabaram chamando atenção da mídia. O fato foi parar nos jornais televisivos e agora os estudantes que participaram do "trote" pagam o preço. Correm o risco de serem banidos da universidade, além de enfrentarem a "comoção social ". 
Enfim, todo cuidado é pouco. Somos "vigiados" o tempo todo e, caiu na rede, é peixe.

Bjs,

Fê

domingo, 10 de março de 2013

Sociedade do espetáculo...


                                                      


Estamos numa era em que a aparência é fundamental. E não digo apenas sobre a aparência física. É de forma geral. "Manter as aparências" tornou-se quase uma obrigação, uma necessidade. E isso tem escravizado muita gente, que não se dá conta de que, para satisfazer o ego de uma "sociedade do espetáculo", muitas vezes abre mão da felicidade.
Ser autêntico virou um desafio. Ser o que realmente se é, nem sempre é bem visto. Temos que mostrar que somos todos os dias, vinte e quatro horas, felizes, amados, alegres. Não se pode mais desnudar a alma. Isso é coisa de gente fraca, infeliz. O que se tem feito é desnudar a vida. E as redes sociais só fizeram colaborar para isso. As pessoas não podem falar do que sentem. Mas elas devem mostrar que comem as melhores comidas, que fazem as melhores viagens, que têm muitos e confiáveis amigos, que mantêm relacionamentos perfeitos. Que a família é igual as de propaganda de margarina, que nunca adoecem ou sentem dores, que são politizadas, que não têm preconceito, enfim, sociedade de aparências.
E nessa "brincadeira", de ser o que não se é, de mostrar o que não é verdade, muitos internamente gritam por socorro, pedem ajuda, mas em silêncio e com um sorriso no rosto. E com um copo de algum drink nas mãos. E enquanto isso, muitas almas dilaceradas sofrem sozinhas, pedir ajuda tornou-se vergonhoso. Não se pode demonstrar fraqueza, tristeza, não se pode admitir que somos seres humanos e temos um coração que não é de ferro.
Eu senti vontade de escrever isso, depois da morte do Chorão, do Charlie Brown Jr. Eu gostava da banda, das letras das músicas. Acho as letras das músicas inteligentes e fiquei muito triste com a morte precoce do cantor. E se parar para pensar, Chorão cantava e exatamente aquilo que não vivia. Ele dizia que suas músicas retratavam a história de sua vida. Mas não parece verdade. Ele cantava letras que incitavam ânimo, coragem para os "fracos e oprimidos", positividade na vida. E na verdade, chegava em casa e se drogava, tomava remédios, bebia, sentia-se só, infeliz. Ele também estava contaminado peça "sociedade do espetáculo". Talvez por isso nunca admitiu publicamente essa sua realidade. Talvez por isso não encontrou mais força e incentivo para largar as drogas. Talvez poucos soubesse que ele desejava toda positividade, mas vivia uma vida de total negatividade. O manter as aparências pode levar muita gente para o buraco. Não têm coragem de admitir suas fraquezas, pois a sociedade não veria com bons olhos. E o âmbito da vida privada que tem se tornado cada dia mais pública, não permite pessoas demonstrarem o que são, mas exige uma exposição daquilo que se espera ver. E de espetáculo em espetáculo, de aparência falsas e hipocrisias, muitos vão se perder pelo caminho sem ter tempo (ou direito) de pedir ajuda. Lamentável.

Bjs, 

Fê  :(

terça-feira, 5 de março de 2013

Nosso bem precioso...


                                                                                        

Eu queria falar de outra coisa, mas meu coração pede para falar o chavão mais chavão de todos. Aquilo que todo mundo sabe, já ouviu, mas muitas vezes não assimilou a realidade e profundidade dessa tão batida frase: " SAÚDE É TUDO".
Não é à toa que nos aniversários desejamos saúde aos aniversariantes, que na virada de ano desejamos um novo ano de muita saúde, que quando vemos uma gestante, pedimos a Deus para que o baby venha com muita saúde.
Muitas vezes não damos a real importância à esse "chavão". Mas só até na hora em que essa tão aclamada 
saúde nos falta de alguma maneira. Nem digo em relação à doenças graves, sérias. Um incômodo estomacal, uma dor de cabeça, uma gastrite, dor de ouvido, qualquer coisa que nos traz desconforto físico e que até nos impede de realizar atividades rotineiras, já é uma prévia do que é ficar sem saúde.
Escrevi isso para mim mesma (como sempre! rs), pois sou uma dessas que escuta a tão falada frase mas não dou a real importância. Até sentir desconforto ou dores.
Convido a todos a tentarem (junto comigo) a ter uma alimentação mais saudável, atividades físicas, estressar menos, não preocupar com problemas pequenos, controlar a ansiedade, enfim, cuidar desse bem mais precioso que temos (fácil né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

Bjs, 

Fê

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Gente chata...

Assim, sabe aquelas pessoas que têm o dom de serem sem graça, no sentido de nos deixar inibidos desmotivados, na linguagem bem pop, "cortarem nosso barato"? Então, elas estão espalhadas por todas as partes. Precavemos-nos. Gente irônica não precisa ser sádica. Gente sarcástica não precisa ser ácida. Gente  que se considera inteligente deveria entender que ninguém é tão inteligente que não tenha nada a aprender.E toda gente deveria deixar as pessoas serem felizes da forma que elas bem entenderem. 

Bjs,

Fê

Ingenuidade...

Se realmente queremos nos poupar de decepções e sofrimentos, temos que aceitar que as pessoas não retribuem nossa dedicação, afeto e etc, de forma justa ou da forma que faríamos. Acreditar que as pessoas estão completamente abertas às tentativas de aproximação, a sorrisos e educação, é de fato uma ingenuidade. E por mais que eu tente acreditar que não, eu sou muito ingênua.

Bjs,

Fê

domingo, 27 de janeiro de 2013

A vida é tão rara...

                                                          

Hoje foi um domingo triste. Tristeza por motivos pessoais (mas já sarou!), tristeza pelas centenas de jovens que tiveram suas vidas ceifadas.
Isso me faz relembrar o que é a vida: um sopro. Um sopro que Deus ascende e Ele mesmo apaga. Tudo muito efêmero. Tudo muito rápido. Estou aqui agora... mas não sei dos meus próximos minutos... isso não me traz medo porque sei que quando chegar a minha hora, eu vou para eternidade com Deus. Mas a morte nunca deixa de chocar, de assustar, de entristecer... ela chega sem avisar, vem de repente, e quando percebemos, estamos chorando por alguém que se foi, e nunca sabemos quando seremos o próximo. 
Hoje tive vontade de escrever isso, porque vi que minha tristeza foi passageira, ainda estou aqui, respiro, tenho saúde, minha família, amigos, estão aqui, e qualquer tristeza deve ser rapidamente dissipada. Muitas vezes não dá tempo de despedir... Porque a vida é rara...



"...Será que é tempo

Que lhe falta pra perceber ?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber ?
A vida é tão rara
Tão rara..."

Fê

:(

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...

                                                       

Precisando de brisas... tenho vivido tempestades no meu coração... mas como dizem, quem passou por temporais, chuvisco é refresco... quem passou pelo deserto, chega mais rápido ao oásis. 
O bom dos dias difíceis é que quando acabam, a gente se sente forte e capaz de superar coisas que nem imaginávamos. "Quando sou fraco, aí é que sou forte". Esse versículo marcou e marca a minha vida.
E depois de tempestades sempre vem a bonança... e às vezes um lindo arco-íris também!

Bjs,

Fê

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Assim, assim (é.)...


                                                 

Me sentindo 'assim, assim'... Não sei explicar o que é, como é, porque é... Só sei que no meu 'assim, assim', eu me entendo, eu sei o que é, eu defino pra mim mesma. E com muita frequência em sinto desse jeito... e cada 'assim, assim' tem um sentido, um significado, um momento diferente. "O resto, não sei dizer...".

Bjs,

Fê

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Simplicidade...




Simplicidade
(Pato Fu)
Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia
Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso
Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria
Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia.

Quanto mais simplicidade, melhor a vida, melhor a convivência, a gente aprende a ser feliz com que temos e com o que somos. E sabemos que os que nos cercam gostam mesmo da gente. Eu poderia ter o mundo, mas jamais gostaria de deixar a simplicidade. Não ser pedante, mas ser simples. Quanto mais simplicidade, mais colorida é a vida. =)
Bjs,
Fê

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O primeiro post de 2013...

                                                       

Bom, passou a "virada". Passou o 1º dia do ano de 2013.
A vida continua a mesma. Claro que a chegada de um novo ano traz expectativas e tal. Mas tirando o fato de ser uma virada do calendário gregoriano, tudo continua igual. A não ser que realmente mudemos. E para isso não precisamos de chegada de um novo ano. Isso deve ser feito todos os dias. Lutarmos para sermos pessoas melhores, para perdoamos e pedirmos perdão, para correra atrás dos nossos sonhos, para viver.
Não quero "estragar a festa" (que já passou por sinal), mas só cética em elação à toda essa firula que se deposita em um simples dia posterior. Porque o "ano novo", é um dia posterior... tirando a parte do calendário gregoriano que nos fará contar mais 365 dias, é um dia depois. Ficaram para trás 365 dias e começam outro 365... se não fosse pelo calendário, poderíamos estar contando 730 dias, 1095, 1460, etc.
Só escrevi isso para dizer que desejo que o que foi construído de bom em 2012 continue, os erros sejam concertados, se não houve perdão, que haja, quem almeja melhoras na profissão continue se esforçando, etc. Não dá para colocar uma pedra no ano anterior como se ele não houvesse existido e fingirmos que daqui pra frente tudo será diferente. Se ficou algo para ser resolvido, continuaremos. Se temos novos planos, continuemos batalhando para realiza-los... Enfim, a vida continua, e eu desejo, como desejarei a qualquer dia e qualquer ano, saúde, paz, amor ao próximo e DEUS na vida e direção do caminho de cada um de nós. Vivemos 2013 da melhor forma possível! De preferência com um belo sorriso no rosto e se houver desertos, com muita fé em DEUS! 

Bjs, 

Fê

domingo, 30 de dezembro de 2012

E lá se vai esse ano bom...


                                                             


Bom, como é de costume aqui no meu blog, vem aí um balanço geral do ano.
Eu teria milhares de coisas para escrever aqui... mas serei breve. 
2012 foi para mim O ano... Um ano de uma virada não de dias, mas de vida... o ano em que o sorriso voltou ao meu rosto, mas principalmente, ao meu coração. O ano em que voltei a ser EU, uma pessoa simples, de medos bobos e coragens absurdas, de risadas fáceis, chatinha em todos os sentidos (desde meio "fresca", até o chatinha de pegar no pé de quem gosto, fazer brincadeiras, perder o amigo mas não perder a piada...). Uma pessoa cheia de dúvidas e certezas ao mesmo tempo. Mais seleta, mais responsável e ao mesmo tempo mais leve. Enfim, 2012 foi MEU ano, pois voltar a ter gosto pela vida e pelas lindas oportunidades que ela nos dá, é algo que não se explica em palavras... só se sente... e eu senti que voltava à minha essência, ao meu coração...
Aprendi a ser forte: eu choro, me magoou, me entristeço... mas logo lembro do que já passei e superei e vejo que as pedras no caminho vão existir sempre, e que se eu derrubei uma rocha, o que são esses pedregulhos? E logo volto a sorrir!
Foi um ano de conquistas íntimas, internas, de conquistas pessoais, profissionais, materiais... Deus foi muito bom comigo e com minha família (a grande excessão foi a partida da minha avó para o céu, mas sabemos que ela está junto ao Pai e isso traz um conforto indizível...).
Fiquei loira (kkkkkkkkkk), emagreci, engordei, passeie, viajei, sorrir, chorei, fiz sorrir, fiz chorar, sorrir junto, chorei junto, torci pelo Cruzeiro (sempre! rs rs), comemorei meu niver, comemorei muitos nivers alheios...
Bom, quero resumir isso antes que vire um testamento. Quem tiver tempo e curiosidade, pode ler meus posts sobre o balanço geral dos anos 2011 e 2010 e terá uma leve noção do que 2012 significa para mim e minha família.
Eu só estou triste por um motivo: esse ano lindo está findando! Mas alegre por tantos outros: sei que 2013 será tão bom quanto (ou melhor!), fecho esse ano com SAÚDE, minha família e familiares também, todos com saúde, felizes... Deus cuidou de cada dia e cada detalhe.
2013 será cheio, mas cheio de mudanças, no sentido figurado e literal. Já o coloco nas mãos de DEUS. E espero de coração, que seja um ano tão bom para mim e para vocês!

Bjs,

Fê

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O dia hoje...

Ainda não é o último post de 2012. Espero fazê-lo quando retornar da viagem (se o mundo não acabar! kkkkkkkkkkkk)... Tenho uma mini-retrospectiva desse ano. Ficará para o próximo!

Nesse queria só resumir meu dia de hoje:

" É PRECISO SUPORTAR AS LARVAS SE QUISERMOS VER AS BORBOLETAS"

(Antoine Saint-Exupéry).

 Essa frase tão cheia de significados fala mais do que seu eu gastasse umas cem linhas para descrever o hoje. Eu tenho compreendido e tendo como lição de vida a cada dia.

 

Bjs,

Fê 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Dezembro...

                                                   

Enfim chegou Dezembro. O mês que fecha o ano. Muitas vezes, mês que paramos para refletir sobre os 11 meses e uns dias que se passaram. Fazer um balanço geral. 
Junto à Dezembro, seguem-se semanas de muita correria. Correria no trabalho (pois muitos entrarão de férias, precisam então deixar tudo "em ordem" para o próximo ano), nas ruas, nos shoppings, mês de muitas festas, confraternizações, amigos-ocultos, Natal.
É um mês que para mim, é, de certa forma, antagônico. Ao mesmo tempo que gosto desse "clima festivo" "natalino", é o mês da nostalgia do ano que se finda. E também, é o mês onde as famílias se encontram, fazem as reuniões em almoços ou jantares, trocam presentes, e nessa, muitos amigos, tão chegados que já são da família, fazem parte dessa animação, dessa alegria, dos abraços e sorrisos.
Mas também é um momento para se ver a hipocrisia. Todo mundo "amando" todo mundo, as pessoas sempre felizes, gente gastando rios de dinheiro com coisas fúteis... e, enquanto alguns parecem viver numa nova "era",  num novo tempo, num novo mundo,  esquecendo os problemas, os conflitos mundiais, a fome que impera tão próximo e também tão longe daqui, a corrupção, a violência, etc, há aqueles que nesse mês, nesse momento, domados por esse "espirito de amor", lembram-se que pessoas passam fome, que existem pessoas sofrendo nos hospitais, que o menino do sinal e gente e então, por que não colocar umas moedas na "caixinha de natal"? E lembram-se do porteiro, da faxineira, do gari... todos, nesse clima tão lindo, merecem sorrisos, até os lixeiros!!! Quem diria, os lixeiros, pessoas que durante 11 meses parecem tão longe dos padrões sociais, tão ignoradas, esnobadas, nessa época também recebem "lembrancinhas", espumantes, até uns trocados... ah, e sorrisos, afinal, o mês é de festa, todo mundo é gente!
Passa esse tempo, o mês já no fim e todos começam a "cair em si" e voltarem a ser o que sempre foram. Preocupadas consigo mesmas (e olhe lá com suas famílias), aquele "amor" ao próximo se dissipa, a intolerância volta, o moleque do sinal volta a ser ignorado, o lixeiro volta a ser quase "asqueroso", a vida começa a reentrar em seu devido eixo. E assim se vive os próximos 11 meses...
E o mais triste: muitos se lembram de Jesus nessa data. E só. E muitos nem se lembram o verdadeiro sentido do Natal (tudo bem que é uma data simbólica, mas e daí? Foi escolhida para comemorar o nascimento do nosso Salvador). Ele que nasceu para nos ensinar e admoestar a sermos humildes e amar o nosso próximo em todo o tempo. Não somente no último mês do ano.

Bjs,

Fê

sábado, 24 de novembro de 2012

Liberdade: há quem não queira???

                                                 


Ser livre não tem preço... nada, mas nada mesmo pode pagar a liberdade de alguém. Seja ela física ou de expressão.
Muitas vezes me vejo coagida por diversas vertentes a oprimir algo que sinto ou penso, e reflito mil vezes antes de expressar. Mas como não nasci para ser prisioneira, eu arrumo um jeito, mesmo que nas entrelinhas, nas metáforas, nas ironias, de dar o meu recado. Detesto ser "podada".
Sei que às vezes posso passar dos limites, mas se há algo que aprendi foi ser sincera (sem ser sinceramente grosseira) e franca (não confundo fraqueza com falta de educação). Posso falar ou escrever coisas que vão até ofender ou chatear alguns, mas nunca é a intenção... o que quero é apenas expressar o que penso, sinto, acho, a respeito de algo. Tento fazer isso com polidez... tento usar de todos os artifícios que façam com que minha mensagem seja colocada de maneira educada, pois sempre acreditei que se podemos falar e manifestar o que quisermos, só vai depender da forma e do tom que será feito.
Não gosto de ser tolida por igreja, por moral, por politicamente corretos... cada um tem sua opinião sobre os fatos, e não há religião (igreja), falso moralismo e hipocrisia que vão me calar.
O versículo que diz "Conhecereis a Verdade e a Verdade os libertará" é muito mais profundo do que muitos imaginam... e por perceber essa profundidade, me sinto totalmente livre nesse mundo para manifestar o que eu quiser, inclusive sobre fatos em que religiosos fanáticos ficam cheios de "mimimi". Se conhecerem de fato a Verdade, de fato serão livres e não ficarão presos à dogmas, preceitos, julgamentos que no fundo, não levarão à lugar nenhum e fará com que tenham uma vida oprimida.
Minha necessidade de ser livre, em todos os sentidos, pulsa em mim com toda a força... ainda não consigo ser como queria. Mas chego lá. Resguardando as devidas proporções, nada e ninguém me faz ficar em cima do muro. Eu sempre vou "pular" para o lado que achar correto e que atende às minhas convicções.
Como já disse Cecília Meireles: Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda..."

Bjs,

Fê

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O curso do rio...

                                                 


Nem tudo a gente faz porque quer ou porque gosta. Muitas coisas vão além da nossa vontade e são asseguradas pela necessidade. É muito fácil as pessoas simplesmente falarem: "deixa isso pra lá", "larga isso", "sai fora dessa situação" e coisas assim, sem conhecer, de fato, o motivo que nos leva à situação.
Se eu parar e pensar, já fiz muito mais coisas por necessidade do que por vontade. Mas na maioria das vezes, sempre há uma recompensa. Mas em outras, é pura amargura  e temos que engolir em seco, afinal, não há opções. 
Estou tentando aprender a conviver melhor com isso. A aceitar que nem tudo é como eu queria, mas a vida é como um rio, e segue seu curso... na hora certa faz a curva, e continua seguindo... o jeito é deixar o rio fluir e não tentar ir contra. Nas vezes que tentaram mudar o curso do rio, afetaram a natureza como um todo. E isso, não é bom. Acaba levando todo mundo a sofrer as consequências...

Bjs, 

Fê

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

PARABÉNS AQUI!!!!

                                                  

ÊÊÊ!!! Hoje é dia de festa por aqui! Hoje esse meu querido cantinho, "válvula de escape", diário virtual, seja lá como o chamo, faz 2 anos!!!
Nesse período, quase 200 posts foram publicados (alguns escritos e não publicados, mas estão aqui, são e salvos!), dividi muitas alegrias, tristezas, indignações, sonhos, irritações, utopias, protestos, coisas bizarras, devaneios, etc, etc, etc...
Muitas pessoas passaram por aqui, deixaram seus comentários, críticas, elogios, apoios, protestos, carinho... 
Esse blog foi criado sem nenhuma outra pretensão a não ser a de expressar sentimentos, pensamentos, expor o meu EU, partes de mim que não saio gritando pelo mundo, mas grito aqui e faço daqui um mundo.
Agradeço à todos os que acompanham, seguem, simpatizam, visitam esse espaço, que atualmente conta com 157 postagens (e alguns posts não publicados!).
Me lembro do primeiro post "Dias chuvosos", e quando o releio, consigo remeter à sensação que sentia ao escrevê-lo... através de algumas metáforas, eu expus o que sentia naquele dia.
Bom, é  isso... pretendo levar esse blog adiante enquanto tiver a utilidade que lhe é proposta!
Como sempre, em todos aniversários, eu fico muito feliz!!!! E hoje não é diferente. Feliz por ver quantas coisas passei, quantas superei, quantas preciso superar, quanto sonhei e ainda sonho... enfim, em como todo aniversário, um ano novo se inicia... e se inicia aqui também!

Bjs,

Fê


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Até agora sobrevivi... (hahahahaha)...

                                                 

Oi povo! Resolvi parar tudo e correr para minha "válvula de escape" pois mereço! Sabe aqueles dias em que acontece de tudo e mais um pouco? Então...
Até agora foi assim: levantei cedo para trabalhar, por volta de 06:10, me arrumei, e fui, deixando a casa NAQUELE estado, já que é dia da faxineira vir.
Chego no trabalho, e o sistema funcionava muito bem, mas de repente, resolveu sair do ar (de novo!!!). É, ele costuma fazer isso nas semanas em que tenho que enviar arquivos importantíssimos para o MEC, com data e hora estabelecidas de prazo, só para me deixar de cabelos em pé! E sentir o que é ser pressionada para fazer algo que está além do meu alcance. Pois bem. Orei, pedi a Deus, saí, fui tomar um arzinho, tomei um café, bati um papo, olheis umas rasteirinhas (sim, tinha um povo vendendo umas rasteirinhas e sapatilhas vindas de Franca-SP por lá). Depois desse tempinho "básico", o sistema resolveu voltar e continuei meu trabalho, mas já fazendo das tripas coração para não deixar acumular mais do que já acumulou. Até aqui tudo bem, afinal estou logada diretamente no sistema com o MEC e eles devem perceber que a culpa não é minha (apesar de não colaborarem nos prazos). Deu o horário e fui embora.
Essa situaçãozinha me deixou com dor de cabeça, mas ainda assim, precisava sair, tinha compromisso às 14:00 hs. Na hora que tiro o carro da garagem resolve cair uma bela chuva, que combinou bem com a dor de cabeça, o sono e o ânimo em que eu estava. Mas segui em frente.
Chegando ao local, eis que, para variar, não acho vaga para estacionar e decido procurar um estacionamento, já que as horas corriam e eu não podia esperar. Tudo quanto é estacionamento lotado, até que acho um, há uns 2 quarteirões do meu local de destino, e foi lá mesmo que parei o carro (numa "beleza" de vaga, que acho que nem era pra ser, mas virou, num canto, entre o portão do estacionamento e o local onde se fazem os pagamentos, e tinha uns relevos, sei lá o que era, só sei que muito ruim para estacionar, mas eu não tinha escolha.                                      
                                                   
Fui resolver o que precisava, e voltando, eis que levo um tropeção, saio "catando cavaco" que parecia não ter fim, viro meu pé, quase torço meu tornozelo, ralo a beirada do pé, arrebento minha sandália, mas não chego a cair, graças à um rapaz que conseguiu evitar esse mico, segurando minha bolsa (não sei como ele fez isso, mas quando puxou a minha bolsa meu corpo se inclinou novamente). Mil pessoas na rua olhando essa cena, eu agradeço o rapaz, e saio andando de forma que nem sei explicar, com uma sandália inteira e a outra arrebentada, eu andando arrastando o pé, com vergonha e muita dor.
Pago o estacionamento, me dou conta que tinha que tirar o carro de ré (apesar de ter parado de ré, mas a vaga era tão ruim, que não dava pra sair normalmente... nisso muitos carros fazendo manobras num pequeno corredor, e como o meu, estava mais próximo do portão, eu tinha que ser mais ágil e sair antes, pois ninguém queria saber se eu estava descalça, invocada, com uma baita dor... só queria sair dali.
No caminho, já com vontade de chorar, pois dirigir descalça NUNCA foi o meu forte, eu ODEIO, eis que o celular toca e quando atendo é a faxineira, avisando que NÃO foi à minha casa fazer a faxina porque passou mal com uma gripe... aí quase surtei... só pensei no estado em que tinha deixado a casa, com roupas de cama e banho, já para lavar, tapete para cima do sofá e por aí... vontade de chorar era apelido.
Mas respirei fundo e fiquei lembrando que poderia ter sido tudo muito pior... eu poderia ter estatelado no chão e não só ter machucado e ralado o pé, poderia ter batido a cabeça, por exemplo... aí me lembrei que na hora em que estava lá "catando cavaco" eu ainda tive que escutar: "não empurra não, não empurra não, não empurra nããããooo!!!!!" e tive foi uma crise de riso, e a cada momento que lembrava da cena e dessa voz eu ria mais, e mesmo agora em casa, com o pé doendo muito, o ralado ardendo e uma faxina pra fazer, eu estou aqui, sentada, escrevendo,  porque eu estou achando é muuuita graça disso tudo. Mas que amanhã seja um dia mais light! kkkkkkk...

Bjs,

Fê

sábado, 10 de novembro de 2012

Assim, assim...

                                                      

Amor, carinho, amizade, não é para pedir... é para ganhar...
Por mais que eu esteja cercada de pessoas que nutrem esses sentimentos por mim, eu não sei o que acontece, mas parece que estou sempre sentindo falta disso.. Não são raras as vezes em que choro, me sentindo sozinha em meio à multidão... me sentindo deixada de lado. Tá. Todos falam que é coisa da minha cabeça, que o mundo é assim, que ninguém fica mimando, paparicando as pessoas o tempo todo não. E isso me deixa mais aflita, saber que eu vivo nesse mundo e que realmente eu tenho que aceitar isso, que as pessoas não estão por minha conta, que eu não preciso de mais atenção que os outros, que eu não sou única e não vai ter ninguém ao meu dispor. Claro que não quero "bajuladores", gente para me servir, não é nada disso, eu tenho necessidade de ver doçura no olhar das pessoas, de ver sorrisos sinceros, de perceber que faço falta. E não adianta as pessoas falarem que eu tenho tudo isso, porque no meu coração eu sinto que não é bem assim. Estou escrevendo isso, nem sei se vou publicar, mas de qualquer forma, aqui é minha "válvula de escape", é um diário mesmo... poderia ser de papel, como antigamente, mas eu decidi por fazer um virtual, onde meus sentimentos, meus pensamentos, minhas visões, ficarão registradas para sempre (eu acho... se é que existe "para sempre"). Ou o mundo e todo mundo está errado ou eu nasci errada mesmo. Nasci assim, pessoa que chora fácil, seja por tristezas, alegrias, minhas ou alheias, por ouvir um "não" ou por ouvir um tão esperado "sim", por sentir algum tipo de desprezo, de ver nitidamente pessoas interesseiras, por tantas coisas... e quem mais é assim??? Ninguém que eu conheça. 
Ah, hoje estou me sentindo assim, assim... e nenhuma palavra que eu escrever, nada que eu pudesse dizer, nem meu silêncio e meu olhar, conseguiriam fazer alguém me entender. Foi Deus quem me fez assim... então acho que só Ele me entende.
Ah, decidi, vou publicar isso sim... que que tem falar de sentimento? Quem vai se interessar por isso aqui? Quem sequer vai ler? Eu tenho inúmeros posts não publicados, mas bem salvos, que achei melhor se assim. Mas esse aqui não. Não falei nada demais. E mesmo que alguém se dê o trabalho de ler, certamente se chegar ao final, vai fechar a página e dar de ombros... f... pra mim...
Mas como eu aprendi nessa vida, nada dura para sempre, nem o meu "assim, assim" (que nem eu nunca vou conseguir descrever e sempre é um "assim, assim" diferente). E no amanhã, a vida se refaz.

Bjs,

Fê 

sábado, 3 de novembro de 2012

Tentando entender e aprender...


                                                 

A velha máxima: "Se não quer decepção, não espere nada de ninguém". Eu ainda tento entender, acostumar e aceitar isso... talvez porque eu sempre me achei solícita, fiel, daquelas que compra briga por um amigo ou por alguém injustiçado... mas pode ser que tudo isso não passavam de coisas da minha cabeça ou que poucos, muito poucos souberam enxergar isso.
Foi (e ainda é) um processo doloroso, saber que pessoas outrora tão importantes para mim, na verdade, não estão mais nessa mesma "sintonia".
Eu fico muito tempo sozinha, e em parte desse tempo, é inevitável parar e refletir sobre a vida... me lembro de algumas vezes que ficava parada, olhando pro nada, e alguém me perguntava, "o que foi", "que cara é essa?" e eu respondia: " não é nada, estou pensando na vida" (muitas vezes não era nada disso, eu estava simplesmente "viajando na maionese" mesmo, mas falava assim, esse chavão). Mas após um período,uma fase turbulenta, difícil, complicada que passei, comecei a ver a vida com outros olhos e a realmente pensar sobre ela. E tirei conclusões importantes para meu crescimento e amadurecimento em todos os sentidos e também tristes conclusões sobre as pessoas, que não quero falar aqui.
Às vezes quero que tudo acabe logo, que Jesus volte, que esse mudo hipócrita acabe, sei lá, que tenha um fim. 
Eu não estou conseguindo lhe dar com pessoas falsas, interesseiras, insensíveis, invejosas, maldosas, a minha vontade é chegar para cada uma e falar poucas e boas, mas controlo essas emoções e coloco o lado racional para ativar. Até porque penso que isso faria a alegria delas, perceber que o desprezo me incomoda de alguma forma... a melhor resposta a esse tipo de gente é desprezar também.
Eu tenho coração mole, bobo, perdoo fácil, mas as marcas acabam que ficam... não guardo rancor depois de um perdão, mas as cicatrizes, quem sou eu para tirá-las ou evitá-las. E eu sei que esse tipo de gente vibra quando percebe que conseguiu atingir de alguma forma... com caras de anjos arrependidos pedem desculpas, falam que não tiveram intenção disso ou daquilo, mas é só olhar nos olhos (é, eu aprendi a ler os olhos, eles para mim, falam mais que a boca) que vejo falsidade.
Até mesmo no facebook, que insisto em ter, pois além de me divertir com algumas bobagens por lá, eu tenho contato com algumas pessoas que não conseguiria fazê-lo pessoalmente. Mas há por lá, pessoas que conheci, que conheço, que tive contato, que tenho contato, mas que nunca me deu um OI, que nunca me escreveu algo quando eu, nitidamente, precisei de uma palavra amiga, de um consolo. Só porque não sou uma amiga super chegada? Ou porque me conheceu e já se passaram anos? Ou porque não gosta de mim? (coisa estranha, pois se não gosta não deveria estar no meu face). Ou porque não sou o padrão de pessoa que esperam? Ah, enfim, cansada disso. Eu tenho mesmo que aprender a não esperar nada de ninguém. E nem achar que as pessoas podem esperar algo de mim, de repente eu também não correspondo às expectativas delas.
E como sempre, continuo me sentindo sozinha em meio à multidão... Pode ser que, como já cantou Cazuza, isso tudo é porque eu "sou uma carente profissional".

Bjs,

Fê

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O objetivo de cada dia...


                                                        

Estou feliz... por vários motivos... o principal, é sentir, que de alguma forma estou me tornando uma pessoa melhor... e não digo isso para me gabar, pelo contrário, acho que quanto menos ego a gente tem, melhores somos... e eu ainda chego na "morte do meu ego".
Mas sinto que estou menos impulsiva, porque antes, não tinha disso de deixar pra depois, de esfriar a cabeça... agia no calor das emoções, muitas vezes falei demais, me arrependi demais e chorei demais. E estou conseguindo controlar isso gradativamente, mas estou contando até cem se precisar, antes de falar algo ou agir de forma precipitada.
Outra coisa que tenho percebido, é que estou mais tolerante. Estou aprendendo a enxergar as pessoas  iguais a mim, cheias de erros, defeitos e perceber que isso faz parte da nossa natureza humana. Tenho relevado muitas coisas... às vezes prefiro dar um soco na parede, escrever um "AHHHHHHHHHHHH" no facebook, no blog, ou em algum papel que encontro na frente do que tirar satisfação sobre algo.
Também estou exercitando muito a incrível arte de escutar mais e falar menos... em algumas situações entro muda e saio calada (coisa difícil pra mim, pois eu não sou de ficar em cima do muro, eu gosto de opinar, dar pitacos - onde às vezes nem deveria-, não concordar com que considero injusto... mas tenho aprendido que não há verdades absolutas, muito menos as minhas.
Também estou levando muita coisa na esportiva. Sei exatamente quando alguém fala ou faz algo com a intenção de magoar, chatear, mas vi que a melhor resposta é uma risada e concordar com a pessoa, para não render uma ignorância que não levará a nada. Claro que sei fazer isso com uma dose de sacarmos e ironia, e para um bom entendedor um pingo é letra.
Sempre gostei da ideia de ajudar as pessoas , o "fazer o bem sem olhar a quem"... e estou praticando isso mais vezes, nem que seja com um sorriso, uma palavra de ânimo, um abraço, uma cartinha... o fazer o bem não precisa ser necessariamente com bases materiais (quando dá, isso é ótimo também), mas cada um ajuda com o que tem em mãos no momento.
Estava refletindo sobre tudo isso e sei que tenho muuuuito a melhorar, mas ao conseguir enxergar tantas imperfeições e conseguir corrigir ao menos um pouquinho, já me deixa muito contente. Saber agir mais com a razão e segurar a emoção é fundamental. Para mim, isso é um exercício diário, pois sou puro coração. Mas tenho pensado mais friamente, e tem dado certo. 
Vejo tudo isso como mais uma resposta de Deus às minhas orações, pois todos os dias, absolutamente todos os dias, eu peço a Deus sabedoria. Pois tudo que quero, apesar dos meus inúmeros defeitos, é ser luz no mundo e sal na terra. E agradar a Deus... Ainda falta muito chão, mas acho que estou no caminho certo.

Bjs,

Fê


domingo, 28 de outubro de 2012

"Hoje o tempo voa amor... escorre pelas mãos..."

                                               

Estou assustada com o tempo... parece que ficou mais curto (e não estou falando do horário de verão! kkkk)... mas parece que as horas, o dia, não são como antigamente. Tudo está muito rápido, a vida tem passado rápida demais. Eu me lembro de acontecimentos do início do ano como se fosse ontem... e aí me dou conta que já estamos adentrando NOVEMBRO... há um mês do final do ano 2012... como assim?
Eu tenho meu "balanço geral" sobre essa no (até o presente momento)... muitas coisas aconteceram e deram novos rumos à minha vida, de uma maneira geral, englobando vários aspectos... mas esse post sobre 2012, obviamente que só farei no final, últimos ou último dia do ano... até lá, muita água pode rolar!
Mas como disse, estou assustada, percebendo a efemeridade da vida como nunca perceber antes... e isso me dá uma ânsia de viver (ao mesmo tempo em que vejo, ouço, escuto tantas mazelas, que clamo pela volta de Jesus Cristo!).
Tenho ainda muitos objetivos, metas, sonhos a realizar... e a impressão que tenho é que não vai dar tempo! Coisas ocorridas há 10 anos atrás estão frescas na minha memória! Como assim, 10 anos já se passaram e eu não senti? Claro que minha vida mudou tanto, aconteceram tantas coisas, mas pensar que 10 anos se passaram assim, sem eu me dar conta, me angustia... principalmente porque a impressão que tenho é que o tempo era mais lento... penso agora... quando piscar já se passarão mais 10 anos...
Um dia desses, na casa da minha mãe, parei naquele "momento nostalgia" e fui rever algumas fotos antigas... como eu, meu marido, meus pais, irmã, tios(as), primos(as) mudamos fisicamente! E pensar que aqueles dias e momentos da foto estão tão perto do meu pensamento.
Bom, pessoas foram, pessoas vieram, pessoas estão se aproximam... e  acho que o que devemos fazer é curtir ao máximo essa vida, cada momento, cada dia... porque vamos dormir, e quando acordarmos, provavelmente já e passaram mais 10 anos... que coisa!

Bjs,

Fê

sábado, 20 de outubro de 2012

Quando a gente quer...

                                                

Repensando prioridades... e isso pesa. Mas quando tenho um objetivo, costumo ir até o fim. E Deus não economiza em me ajudar. Mas para tanto empenho, eu preciso mesmo querer de verdade. Por exemplo: já pensei em fazer algum concurso melhor do o que o meu atual. Mas no fundo, no fundo, acho que não é o que quero de coração, por isso até hoje não me empenhei. Se algum dia isso virar um objetivo real, ninguém me segura.
Já pensei em perder alguns quilos. Até tentei. Mas também não é nada que eu queira com afinco. Porque se eu realmente estivesse insatisfeita com meu corpo eu chegaria lá (como já aconteceu quando realmente estive desconfortável).
Já pensei em viajar para o exterior, passar uma temporada, aprender novo idioma, nova cultura. Mas também não foi algo que realmente me tocou tão fundo... foi uma vontade rasa. Claro que passeios turísticos estão nos meus planos, mas junto de meu esposo, quem sabe de um filho, dos meus pais, irmã... 
Agora, o que realmente me importou ou importa, eu fui e vou atrás, sem medo de ser feliz. Eu batalho por aquilo que quero. Nada caí do céu (caem as bençãos de Deus, lógico, isso é mais do que suficiente). Com resiliência e as mãos divinas, consigo. Deus é generoso demais comigo. Tudo que peço Ele me concede. E isso não é exagero. Mas também meus desejos e sonhos não são coisas homéricas. Eu não sou pessoa de grandes ambições. Eu não desejo nada além daquilo que me faz e fará feliz. E eu consigo ser feliz com coisas simples. 
Não preciso exibir minhas conquistas, acho isso uma pobreza de espírito. Pessoas que não se contentam em receber benção, mas têm que esfregar na cara dos outros o quanto elas são agraciadas. E não pensam que enquanto esbanjam muitos não tem o básico. E também porque minhas conquistas podem parecer banais para muitos. Mas para mim são doces vitórias, conquistadas à base de trabalho, fé, persistência e orações. E logicamente, não falo apenas de conquistas materiais. Minhas maiores conquistas não estão nesse âmbito. Vão muito além disso. E eu agradeço a Deus todos os dias.
Tenho pais maravilhosos (que erram, que não são perfeitos, mas que me ajudam e estão presentes nos momentos mais difíceis e alegres da minha vida). Tenho um casamento abençoado, um marido, que também, com todos os defeitos que pode ter, me faz muito feliz e está sempre ao meu lado, em qualquer situação. Tenho amigos verdadeiros, fiéis, que posso contar sempre. São poucos, mas são reais e suficientes para rirmos e chorarmos juntos. Tenho muitos colegas, conhecidos, que tornam meu dia-a-dia mais feliz, alegre, me fazem rir (chorar também), mas tornam minha vida mais cheia, mais colorida.
E se eu fosse citar todas as bençãos aqui, esse post ficaria ainda muito maior. E Deus tem me abençoado (a mim e meu marido) no campo material também. Conquistamos coisas que foram além dos nossos sonhos e expectativas. E Deus ainda continua me falando: "tem mais... se aquieta, tem mais... seu maior presente ainda está por vir".Ele me conhece. Eu quero! E eu creio!

Bjs,

Fê

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Criança...

                                                         

Saudades... é a palavra mais sincera para definir o que a gente sente quando lembra da infância... e como ainda não tenho filhos, a infância em foco é a minha mesmo... Digamos que eu nunca deixei de ser criança... mas agora diferente, claro. Cheia de responsabilidades, contas para pagar, casa para administrar, um marido para amar...
Eu poderia citar tantas coisas que me remetem à essa fase tão gostosa!
 As festinhas de aniversários (não tinham convites em papel, eu ia na casa dos amiguinhos da rua e falava:     " Ei fulano(a), amanhã é meu aniversário, vai lá em casa cantar parabéns pra mim! kkkkkkk... Era bem assim!). A família, claro, já era convidados automáticos... família pequena (que pena!), mas que fazia uma farra! Ah, sem contar que a maioria dos aniversários eram comemorados em dupla (minha irmã Lígia, nasceu 4 anos e 11 dias depois de mim, então meus pais comemoravam tudo num dia só! kkkk), isso quando não era triplo (porque meu primo Vinícius nasceu 4 anos e 15 dias depois de mim e 5 dias depois da Lígia, então teve ano que minha mãe e minha tia Vânia resolviam colocar tudo no mesmo balaio!). E com balões pendurados na garagem, uma mesa cheia de doces, bolo e refrigerantes (não sei por quê, mas os refrigerantes faziam parte da decoração da mesa, kkkkkk), a gente se divertia à beça... era o momento dos adultos bater papo e a meninada se acabar de brincar... até chegar a hora dos "parabéns"... Aí era a disputa pra quem sopraria a vela primeiro (no caso dos aniversários duplos e triplos). Mas na hora, todas as crianças em volta da mesa sopravam junto e ninguém sabia que tinha apagado a vela... rs rs rs rs... (o bolo devia ficar "daquele" jeito! kkkk). Bons momentos...
Tinha também as brincadeiras sem fim NA RUA... Sim, eu brincava na rua, livre, leve e solta... de tudo: queimada, rouba-bandeira, esconde-esconde, polícia e ladrão, pare-bola, vinte e um, pegador, bicicleta, patins, e tudo o mais que a gente conseguia inventar... e não sei de onde saía tanta criança... começava com umas duas, três e de repente a rua lotada, barulhenta, alegre... até ouvir os gritos das mães: "fulano, entraaaaa! Por hoje chega!!! Vem tomar banho!!!". "Ah, mãe, só mais um pouquinho!", era o nosso coro...
Bons momentos.
Na escola também era uma mistura de tudo: a gente estudava, brincava, brigava... eu já sofri bullying e já fiz bullying também. Mas na época isso não tinha nome... o máximo que acontecia era levar sermões de professores, diretores, pais e etc... depois a gente ficava de bem de novo.. E o bullying tinha e não tinha fim.
Bons momentos.
Tinha também os momentos de separar: meninas pra cá e meninos pra lá... aí era a vez de brincar de bonecas com as amigas. Barbie era o sucesso. Cada uma juntava o que tinha (umas o salão outras a cozinha, algumas a sala ,o Ken, - ninguém tinha a casa e nem o carro- mas a gente inventava, nossas Barbies não ficavam sem teto nem pegavam ônibus! kkkkk). A roupas das Barbies então era uma festa: além das que já vinham com a boneca, algumas mães costuravam modelitos diferentes, outras - como a minha- iam à feira hippie e compravam. E também tínhamos vários sapatinhos, bolsas, nossas Barbies eram muito elegantes... e ali passávamos horas e horas.
Bons momentos.
Nas brincadeiras de casinha, até que permitíamos a participação de alguns meninos... Aí tinha o "pai", a "mãe", "os filhos". O pai ia trabalhar (e improvisávamos um "escritório", onde lá se reunia os "funcionários" -outros meninos, para poderem entrar na brincadeira, kkkk- e a mãe e filhos ficavam em casa com as tarefas domésticas (a gente aprende os "papéis" que a sociedade impõe desde cedo!). Aí dá-lhe jogos de panelinhas, xícaras, mini-vassouras, fogões, carrinho de feira... fazíamos "comidinhas" com plantas, mato, e era uma diversão.
Bons momentos.
Lembro também de fugir de surras, da minha mãe falar: "se correr vai apanhar dobrado". Às vezes me atrevia a tentar a fuga, outras ia como um cordeiro a ser sacrificado. E minha mãe às vezes "fingia" que batia, dando uns tapas bobos, em outras batia mesmo, dava umas belas chineladas nas pernas e bumbum e depois, ficava com aquela cara que parecia que era ela quem tinha apanhado... hehehehe... Meu pai nunca bateu... mal chamava a atenção... ele só mimava e "estragava", comprando tudo o que era "errado", como chocolate Surpresa, Fofão, Mini-chicletes, Lápis de chocolate, Mirabel, Lolo, etc, etc, etc.
Bons momentos. (Isso não mudou muito até hoje! kkkkkkkkkkkkk).
Tinha os momentos do para-casa, das leituras de revistinhas da Turma da Mônica, de ouvir Balão Mágico, Xuxa, Trem da Alegria... fazíamos "apresentações" para a família, aff! kkkkkkkkk.
Bons momentos.
E eu tinha as minhas avós. A paterna um pouco mais rígida, mais cautelosa, cheia de sabedoria. Nos cobria de orações e nos ensinou o caminho da Igreja, onde criamos nossos valores espirituais e assim nos levou à maior conquista: aceitar Jesus como nosso Salvador. Saudades!!!! SEM FIM! =\
A materna, era só para me "estragar" também. Fazia TODAS as minhas vontades, me protegia de coros, de chingos, contava histórias, me fazia dormir no seu cantinho (que eu chamava de "ninho", porque eu juntava um tanto de travesseiro, quanto mais bagunçada a cama ficava, mais eu gostava!), e ali eu me sentia tão segura, amada, protegida. Saudades!!! SEM FIM! =\
E tinha a farra dos primos em parques, clubes, zoológicos, praias, nas casas, todo mundo junto e misturado. Brincando, brigando,esfolando o joelho, dando trabalho para as mães e babás... kkkkkk.
Bons momentos.
E no final dessa "breve" lembrança de ALGUMAS coisa que marcaram minha infância, vem uma pergunta meio angustiada no meu coração: porque a gente cresce????????????

Bjs,

Fê

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O "Eu Inferior"...

                                                                                                                  


Olás! Continuando as reflexões baseadas em trechos do livro "Gente que mora dentro da gente", da Patrícia Gebrim, hoje postarei algo sobre o "Eu Inferior". 

" ... E a sombra começa a vir à tona através de nós."

Já postei que de acordo com as idéias do livro, todos nós temos vários "eus" ao mesmo tempo... Isso para mim, sempre pareceu meio lógico, pois eu acreditei no maniqueísmo até uns 10 anos de idade... Depois já comecei a perceber que "nem tanto ao norte, nem tanto ao sul".  E o primeiro "Eu" exposto, foi o "Eu Criança", que revela nosso lado encantador, mimado, ingênuo, carente etc..(vide post).

Hoje quero falar sobre o que interpretei em relação ao "Eu Inferior", que é aquele "monstro" que TODOS temos (sim, querendo ou não, você também tem...) dentro de nós. É a inveja, a tristeza, o medo, o ódio. O "Eu Inferior" são todos os sentimentos que não gostaríamos de sentir, mas que vez o outra, se revela (ainda que só em nossos pensamentos- e agradecemos a Deus por ninguém poder lê-los, exceto Deus...).
Não há como destruir o "Eu Inferior", pois ele faz parte da gente... seria como se matássemos a nós mesmos. O que podemos fazer, é modificar, transformar esse "monstro" que existe em nós. E a única forma de fazer isso, é libertando essa sombra... sim, pois se insistirmos em trancá-la, ela se tornará ainda mais feroz e sombria. "Quando temos a coragem de liberar a sombra é que o sol pode tocá-la... e então tudo vira luz." (Patrícia Gebrim, página 45). 
Mas para soltar essa "fera" temos que nos responsabilizarmos pelos danos que ela pode causar ao nosso redor... por isso, quando um dos sentimentos do "Eu Inferior" vier à tona, é aconselhável respirar fundo, contar até 100, virar as costas, desligar o telefone, dançar, aumentar o som no último volume,  deitar e dormir, sei lá, qualquer coisa que o dome... Nós não temos como impedir que ele saia, mas podemos segurá-lo para não atacara as pessoas por aí.

Então, para concluir meus pensamentos a respeito, não devemos fingir que somos "santos, puros e suaves" o tempo todo, pois NÃO somos. Por mais tristes e vergonhosos que esses sentimentos nos pareçam, eles estão em TODOS NÓS, e muitas vezes vem à tona e não conseguimos segurá-lo, deixando que ataque as pessoas, gerando tristeza, conflitos, mágoas, rancores, que muitas vezes, poderiam ser evitados. Mas como não podemos reprimir nossos sentimentos, que aprendamos a lhe dar com eles, esses sentimentos ruins, sabendo que ninguém está livre e que é necessário senti-los, e praticar o domínio deles já expostos,  pois é a única maneira de nos tornarmos pessoas melhores.

Bjs,

Fê